O túnel de congelamento retira calor dos produtos para reduzir sua temperatura de forma rápida e controlada. Por isso, integra processos industriais que exigem maior velocidade e organização no congelamento.
Na indústria de alimentos, o tempo de processo pode influenciar a produtividade e a conservação dos produtos. Além disso, um túnel com dimensionamento adequado ajuda a conectar o congelamento às demais etapas da operação.
O túnel de congelamento é uma instalação que promove a retirada rápida de calor dos produtos. Diferentemente de um espaço destinado principalmente ao armazenamento, ele atua como etapa do processo produtivo.
Assim, o produto entra com determinada temperatura e permanece em condições controladas até atingir o objetivo do congelamento. Em seguida, pode avançar para o armazenamento ou para outra etapa da produção.
Em túneis que utilizam ar refrigerado, o sistema faz circular ar em baixa temperatura ao redor dos produtos. Dessa forma, retira calor e reduz a temperatura da carga.
Além disso, a circulação forçada pode intensificar a transferência de calor, conforme o projeto. Entretanto, o resultado depende das características do alimento, da embalagem e da disposição dos produtos.
De maneira simplificada, o processo segue estas etapas:
Portanto, a configuração deve acompanhar o tipo de produto, a capacidade necessária e o ritmo da produção.
O túnel de congelamento industrial atende a diferentes segmentos da indústria alimentícia. Por exemplo, pode integrar processos com:
Contudo, cada alimento apresenta requisitos específicos. Por isso, a equipe precisa avaliar composição, dimensões, embalagem e temperaturas antes de definir a solução.
A principal diferença está no objetivo de cada etapa. Enquanto o túnel promove o congelamento rápido, uma câmara de armazenamento mantém os produtos nas condições de conservação previstas.
Assim, os dois sistemas podem trabalhar em conjunto. Primeiro, a operação congela a carga; depois, mantém os produtos em um ambiente adequado até a expedição.
Conforme as características do produto, o fluxo pode incluir:
Entretanto, essa sequência pode variar. Por exemplo, determinados produtos entram no túnel já embalados, conforme os requisitos do processo.
Uma empresa pode considerar essa solução quando precisa:
Antes da decisão, avalie a demanda real da operação. Além disso, compare a capacidade necessária com o espaço disponível e as condições de instalação.
Uma câmara fria pode atender ao resfriamento, ao congelamento ou ao armazenamento, conforme o projeto. Já o túnel normalmente concentra sua função no congelamento rápido dos produtos.
Portanto, o nome da instalação não basta para definir sua capacidade. A equipe deve verificar quais condições cada sistema consegue atender.
Dessa maneira, a empresa pode combinar as soluções conforme as necessidades de processamento e conservação.
Primeiramente, reúna os dados da produção. Em seguida, avalie:
Com essas informações, a equipe técnica pode dimensionar o conjunto. Além disso, consegue avaliar a integração com as etapas anteriores e posteriores ao congelamento.
O túnel de congelamento atende a processos que exigem retirada rápida e controlada de calor. Entretanto, seu desempenho depende da compatibilidade entre projeto, produto e rotina de operação.
Por isso, comece pela análise das necessidades da indústria. Depois, dimensione o sistema para alcançar as temperaturas e a capacidade previstas.
Ele retira calor dos produtos para alcançar a condição de congelamento desejada em um tempo definido. Assim, pode atender ao ritmo de processos industriais.
O túnel normalmente atua como etapa de congelamento rápido. Por outro lado, uma câmara fria pode atender ao resfriamento, congelamento ou armazenamento, conforme seu dimensionamento.
Ele pode integrar processos com carnes, aves, pescados, massas e outros alimentos. Entretanto, o projeto precisa considerar as características de cada produto.
Não necessariamente, pois os sistemas podem cumprir funções diferentes. Dessa forma, uma mesma operação pode utilizar o túnel para congelar e a câmara para conservar.
Primeiramente, avalie produto, volume e temperaturas de entrada e saída. Em seguida, considere tempo de processo, espaço e condições de operação.
A viabilidade depende da demanda e das necessidades do processo. Portanto, a equipe deve dimensionar a solução e avaliar o investimento conforme a aplicação.